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domingo, 28 de agosto de 2011

Os múltiplos poderes do Blu-ray












É incrível a rapidez que uma tecnologia leva hoje para se tornar popular e conseguir sua maturidade em tão pouco tempo. No mercado brasileiro há cinco anos, os primeiros Blu-ray players eram lentos, ruidosos e mal conseguiam reproduzir todos os discos lançados na época, especialmente se tivessem dupla camada ou efeitos especiais mais avançados. Um ano depois, chegou a segunda geração de aparelhos com interface HDMI versão 1.3, a qual permitiu a instalação de apenas um cabo para o tráfego dos codecs de áudio HD – Dolby TrueHD e DTS-HD.

Ainda em 2008, a terceira geração de Blu-ray trouxe modelos com hardware perfil 1.1, cuja principal atração era o Bonus View, para ver conteúdos adicionais como o storyboard das cenas, numa janela no canto da tela enquanto o filme está em andamento. A partir daí, o processo evolutivo dos players foi acelerado com o perfil 2.0, que agregou conector LAN (RJ-45) e memória interna de 1MB (alguns modelos ainda permitem plugar um pen-drive via USB). Essas características tornaram viável o uso do recurso BD-Live, possibilitando o acesso a um servidor do estúdio na internet, onde estejam armazenados trailers, imagens, jogos interativos e conteúdos adicionais do título reproduzido.

Com isso, logo vieram os players com acesso restrito à internet, por meio de aplicativos de redes sociais – YouTube, Picasa e Twitter – e site de meteorologia. A busca por filmes, fotos e músicas guardadas em PC e portáteis certificados DLNA e a conectividade WiFi – integrada ou através de adaptador USB-wireless opcional (dongle) - também se tornaram presentes nos aparelhos. Hoje, quase todos os Blu-ray players dos principais fabricantes incluem essas funcionalidades.

TENDÊNCIAS: 3D E SMART TV


A bola da vez está com os aparelhos compatíveis com discos 3D e dotados de conexão HDMI v1.4, para o tráfego desse sinal. O novo top de linha da Samsung (BD-D6500) é capaz de converter imagens 2D para 3D, sendo uma alternativa interessante a ser utilizada com TVs 3D sem esse tipo de recurso.

Mas a tendência caminha para o conceito Smart TV, que num primeiro momento se destacará nos aparelhos mais sofisticados, trazendo em uma plataforma única e simplificada várias funcionalidades presentes antes de maneira fragmentada em televisores. É o caso do acesso irrestrito a sites na web, rede DLNA, WiFi N (de maior velocidade e alcance), além de aplicativos de redes sociais que convidam o espectador a interagir mesmo durante as sessões de filmes.

Outra novidade que segue como tendência nos Blu-ray players é o comando de suas funções a partir de iPhone, iPod Touch ou um smartphone com sistema Android. Basta ter uma simples rede WiFi em casa para controlar o aparelho pela tela do seu gadget, inclusive a partir de outras áreas da residência.

A Sony foi a primeira a oferecer gratuitamente na Apple Store o seu aplicativo BD Remote, compatível com os players e kits com conectividade WiFi Ready. A Samsung disponibilizou na loja virtual Android Market seu software Remote Control, para operar sua nova linha de TVs 3D e players com a plataforma Smart Hub. O aplicativo conta com uma espécie de teclado, que favorece a digitação nos sites.



A LG, em seu encontro anual de lançamento de produtos, e a Philips, na convenção mundial realizada em março, em Barcelona, mostraram soluções semelhantes para transformar o smartphone num controle remoto de amplo alcance e estudam oferecer em breve no Brasil.

ÁUDIO HD


Todos os Blu-ray players são capazes de identificar os codecs de áudio Dolby TrueHD, Dolby Digital Plus, DTS-HD Master Audio e DTS-HD High Resolution (Bitstream Out). Feita essa etapa, o player envia o sinal a um receiver dotado desses processadores, para decodificação do formato. No caso do DTS-HD MA, a superioridade em detalhamento é de até dez vezes sobre o Dolby Digital convencional.

Alguns players vão além, ao fazer o trabalho de decodificação dos codecs HD. Essa solução é usada por consumidores que não pretendem substituir seu receiver ou controlador de AV relativamente antigo, por outro de última geração. Como a informação dos decoders nem sempre é exibida de maneira explícita, basta verificar a existência de seis ou oito saídas analógicas de áudio (RCA), para se constatar que o aparelho possui decoders internos.

COMO ESCOLHER


• Internet: com o advento dos televisores conectados, vários fabricantes decidiram levar o mesmo recurso para os Blu-ray players. Se o seu TV oferece acesso à internet, não há a necessidade do player ter o mesmo recurso.

• Conectividade: os players 3D lançados hoje trazem interface HDMI versão 1.4, que trafega tanto o sinal Full-HD em 3D quanto os codecs de áudio HD. A porta Ethernet está presente em modelos que se conectam a redes DLNA e à internet – seja para o acesso a sites ou a função BD-Live. A conectividade WiFi já faz parte dos players mais acessíveis, porém alguns exigem a ligação de um adaptador wireless na entrada USB. Certifique-se da presença do acessório na embalagem. Se isso não ocorrer, verifique a disponibilidade com o fabricante, pois certos modelos são realmente difíceis de ser encontrados no mercado.

• Compatibilidade: muitos dos players atuais são compatíveis com vídeos em HD nos padrões DivX HD, H.264, AVI, MPEG4, AVCHD e MKV. A diferença costuma ser a maneira de reproduzi-los: a maioria dos aparelhos consegue ler esses arquivos em discos e USB, enquanto os mais modernos os buscam em redes DLNA – através de cabo ou WiFi.

• Rapidez na leitura: o longo tempo de carregamento dos discos ainda pode afetar players que tentam reproduzir filmes com recursos mais elaborados de autoração. Antes de adquirir um modelo, procure levar ao ponto de venda um filme de superprodução recente e carregado de efeitos especiais e verifique se o conteúdo é iniciado em menos de dez segundos.

BLU-RAY NO COMPUTADOR


Assim como aconteceu com o formato DVD, o Blu-ray também está disponível em vários produtos. Seja em notebooks, media centers, home theater in-a-box ou videogame, o leitor de laser azul há tempos deixou de ser exclusividade de players de mesa. Os critérios de escolha variam de acordo com a proposta do aparelho. Em um computador ou media center, deve-se levar em conta o processador utilizado (no mínimo um Intel Core i3 ou AMD Phenom X3), a memória (4GB) e a especificação da placa gráfica, se dedicada (melhor) ou integrada.

No território dos computadores e dos notebooks, a variedade de opções estimula a queda de preço e facilita a escolha. A LG e a Sony saíram na frente com seus notebooks 3D, que impressionam os aficionados por games. Para filmes, a telona continua a ser a melhor alternativa quando se busca maior sensação de imersão e tridimensionalidade. Isso não é problema para os notebooks que se conectam a qualquer TV ou projetor através de HDMI.

Para quem encara o drive de Blu-ray essencialmente para trabalho e entretenimento nas horas de lazer, o desktop all-in-one da HP (Omni 200-5330br), com tela wide de 21,5", tem configurações que não decepcionam. Haja vista seu processamento Core i5, memória de 4Gb e HDD de 750Gb.

A vantagem do drive de Blu-ray para computador é o seu funcionamento mais rápido e preciso. Pode ser facilmente atualizável para ler discos 3D e agregar diversos recursos e conectividade. Por outro lado, boa parte dos players de mesa utiliza processadores e filtros internos que aprimoram a definição da imagem, minimizando ruído e outras imperfeições.

MEDIA CENTERS


Os aparelhos desse tipo não se limitam a reproduzir discos Blu-ray. Alguns, como os modelos da Converge e da Munddo, começam a oferecer gravador de Blu-ray, permitindo ao usuário fazer cópias idênticas, com a ajuda de softwares apropriados e legítimos, diretamente para o seu disco rígido. Não é por acaso que a capacidade de armazenamento e processamento dessas centrais de entretenimento tem aumentado gradativamente nos últimos anos. O DHC Premium da SMS, por exemplo, possibilita a instalação de até dez HDDs de 1 Terabyte cada, enquanto o top de linha da Converge possui chip Intel Core i7 e memória de 8GB.

Qualquer media center pode ler discos 3D, desde que atualizações sejam feitas com uma placa gráfica preparada para tal funcionalidade. A linha de media centers da Converge e o AsRock trazem saída HDMI v1.4. Assim como o AsRock, o Dell Zino HD é uma opção com design compacto (20x20cm) e diferenciado – em até quatro opções de cor. Todos os modelos têm placa de áudio com certificado THX e capacidade de reprodução dos novos codecs em até 7.1 canais.

PLAYSTATION 3

Além de ser o primeiro videogame com leitor de Blu-ray no mundo, o Playstation 3 é notoriamente um dos principais responsáveis pelo sucesso do formato de laser azul. O console, que está em sua segunda geração, é capaz de reproduzir conteúdos 3D e inclui disco rígido interno de 160GB para armazenar jogos, filmes, fotos e músicas. A conectividade WiFi possibilita navegar em qualquer site na web, enquanto o protocolo DLNA o habilita a buscar arquivos contidos em PC ou portáteis certificados. O controle sem fio (Bluetooth) facilita a jogabilidade no game da Sony.

*Adaptação de um texto publicado originalmente na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Multiroom, o som sem fronteiras em sua casa






Se você imagina que ter um sistema de som ambiente (ou multiroom) na sua casa é caro e complicado, poderá rever seus conceitos ao conhecer algumas soluções disponíveis no mercado. Após a instalação do home theater na sala, torna-se mais fácil fazer com que o som possa chegar a outras áreas da residência, como quarto, cozinha, banheiro, varanda, jardim e piscina.


Tudo começa com o receiver, uma vez que é ele quem irá chavear e centralizar as fontes de A/V presentes no sistema. Basicamente, a maioria dos modelos possui saídas para caixas acústicas frontais “B”, bastando conectar ali um par de caixas e sonorizar um cômodo da casa. Caso tenha interesse em levar áudio para mais ambientes, saiba que não é recomendado conectar mais de um par de caixas em um único terminal do receiver. O motivo: para não sobrecarregar a potência liberada pelo receiver, devido ao aumento da impedância nominal, podendo ocasionar graves danos ao aparelho. Neste caso, torna-se necessária a adoção de um casador de impedância ou um seletor de caixas com esta função, como os produzidos pelas empresas nacionais Absolute Acoustics e Projekt.


Boa parte dos seletores de caixas inclui controle de volume, o que permite definir previamente um nível de pressão sonora para cada área onde as caixas estão instaladas. Essa é a maneira mais simples e barata de se ter um sistema de som ambiente em casa. O único problema ao usar essa configuração é que as caixas instaladas em outro local somente serão alimentadas se a saída “A” na traseira do receiver não estiver em uso no sistema principal. Mas em alguns modelos é possível obter alimentação independente para as saídas A e B.


Uma outra solução é aproveitar as saídas pré-amplificadas de gravação (REC), normalmente encontradas nos receivers como VCR/DVR OUT ou TAPE OUT, e levar áudio e vídeo analógico para um sistema instalado num segundo ambiente. Dessa forma, é pode-se ter sinais de áudio estéreo e vídeo de baixa resolução, utilizando as saídas S-Video e composto para gravação do receiver. Essa configuração é recomendada para quem possui um TV e um sistema de áudio simples, como um minisystem com entrada auxiliar, e quer aproveitar os sinais de áudio e vídeo do sistema principal em um ambiente mais próximo, como num quarto, por exemplo.


As perdas no sinal de vídeo analógico são mais significativas em relação ao sinal de áudio quando se usa cabos em longos trajetos, tendo como consequência uma menor nitidez na imagem. Vale lembrar que as saídas de gravação apenas não irão funcionar quando as fontes estão interligadas por conexão digital HDMI, óptica ou coaxial. Há modelos mais recentes que possibilitam utilizar uma das saídas Monitor Out, seja ela vídeo componente, S-Video ou composto simultaneamente à saída HDMI destinada ao sistema principal.

Boa parte dos receivers pode fazer a ponte entre a fonte conectada e o sistema de áudio em outra área mesmo estando em Standby, garantindo menor consumo de energia. Ao utilizar tanto a saída B de caixas quanto às saídas de gravação dos receivers, os ouvintes localizados em outras áreas irão ouvir o mesmo conteúdo reproduzido no sistema principal, que é normalmente o que se passa home theater, onde estão instaladas as fontes junto ao receiver.

Mas se o que você almeja é liberdade para enviar sinais de qualquer fonte, de maneira independente para um segundo ambiente, a melhor solução é adquirir um receiver com recurso multiroom. Esses aparelhos trazem todos, na parte traseira, um par de conectores estéreo analógicos (RCA) identificado como Zone2, capaz de liberar sinal já pré-amplificado a um amplificador (ligado às caixas acústicas), em um segundo ambiente. Configurações multiroom Zone2 permitem o uso de receivers antigos ou amplificadores específicos, do tipo multicanal, ligados a um maior número de caixas acústicas, para sonorizar áreas abertas e de grandes proporções.


É possível usufruir de um filme reproduzido pelo Blu-ray no sistema principal, ao mesmo tempo em que o sinal de áudio de uma fonte secundária, como CD ou tuner, por exemplo, é emitido para outro cômodo da residência. Com apenas uma saída Zone2 pode-se levar som a vários ambientes partindo apenas de uma única fonte. E se e a idéia é tornar o som o mais democrático possível, com áudio independente para mais de um cômodo, uma alternativa é optar por receivers com saídas para mais de uma zona (Zone3 e Zone4), como existentes nos modelos mais sofisticados das marcas Denon, Onkyo e Marantz.


Atualmente, quase todos os receivers de 7.1 canais possibilitam ainda utilizar os canais de surround back esquerdo e direito como multiroom, transformando-se em canais já amplificados para Zone2. Neste caso, bastaria a conexão das caixas acústicas e o som ambiente já estaria funcionando com potência de sobra para sonorizar um amplo espaço. Alguns receivers contam também com saída Zone2 de vídeo analógico, podendo conduzir sinais de baixa definição a um TV ou monitor disponível em um outro cômodo.


Os modelos topos de linha da Denon e da Onkyo já possuem nove canais de amplificação, capazes de alimentar até dois ambientes simultaneamente (e com fontes distintas), além de um home theater de 5.1 canais. Trazem, inclusive, saída digital óptica para duas Zonas, o que possibilita levar sinais de áudio para locais mais distantes dentro da residência, sem perdas de qualidade. Em nossas avaliações, conseguimos por diversas vezes utilizar um iPod recheado de músicas ou o tuner de rádios on-line presente nos modelos das marcas citadas acima para sonorizar outras áreas, enquanto assistíamos a um filme no home theater.


Mas de que adianta ter um sistema multiroom se toda vez que tiver de selecionar uma fonte, trocar de faixas e atenuar o volume o ouvinte for obrigado a se deslocar até os equipamentos situados no home theater? Por esse motivo, os receivers trazem entrada de IR, para emissores de sinais infravermelhos, a fim de receber os comandos vindos de qualquer ambiente, por meio de um controle remoto universal ou de um elegante painel de parede (keypad). Paralelo a isso, alguns receivers incluem ainda saída Trigger de 12V, possibilitando a ativação de componentes localizados em outra área, ao selecionar a opção Zone2 no aparelho.


O custo de instalação de um sistema multiroom está diretamente relacionado à quantidade de áreas a serem sonorizadas e, principalmente, ao nível de sofisticação dos componentes envolvidos. Media center, servidor de mídia digital, dock com iPod, CD/DVD-changer, matrix/distribuidor HDMI são produtos que podem ser agregados ao sistema de multiroom, facilitando o armazenamento e o acesso ao conteúdo a partir de outro ambiente. Soluções mais avançadas, de marcas como Control4, Crestron e Russound incorporam recursos destinados a automação residencial, conectividade wireless e interface com a web.


De qualquer forma, não é necessário o investimento em potentes amplificadores para sonorizar ambientes internos, tal como ocorre em um home theater. Isso porque, o nível de pressão sonora requerido em sistemas multiroom deve permitir o diálogo entre as pessoas, sem exageros. Na maioria dos casos, um par de caixas acústicas, seja ele de embutir (in-wall) ou compacto, darão conta do recado. Já em locais externos, como jardins e beira da piscina, dependendo da área a ser sonorizada, o uso de amplificadores de maior potência e a instalação de mais de um par de caixas para uso externo (outdoor) não devem ser descartados.


Caso você não queira gastar muito com sofisticados painéis de parede sensíveis ao toque, o uso de controle remoto – aliado a emissores de IR estrategicamente instalados – e atenuador de volume em cada cômodo da casa já poderão garantir a comodidade de toda a família.

DICAS PRÁTICAS

*É sempre recomendável entregar o projeto de sonorização a um profissional especializado, para não correr o risco de danificar algum equipamento. Dependendo da grandiosidade do sistema, a instalação pode se tornar bem mais complexa, o que exige conhecimento técnico avançado.

*Para sonorização de áreas extensas, é importante o uso de cabos de maior diâmetro, que proporcione a mínima degradação do sinal em longos percursos. E nunca conduza o cabeamento de áudio junto à fiação da rede elétrica e antena coletiva do prédio, para evitar o risco de interferências.

*Se você deseja sonorizar acima de três ambientes com sons distintos e melhor desempenho, dê preferência para sistemas multiroom dedicados, que são mais flexíveis em termos de ajustes. Uma vez programados são mais fáceis de operar e ainda incluem todos os acessórios necessários, tais como painéis de parede, controles remotos e emissores de sinais IR.

*Quando possível, procure planejar a instalação de um sistema de som ambiente logo durante as obras de construção da residência. Com isso, é possível evitar futuras dores de cabeça com reformas após a passagem da tubulação de fios e cabos e a instalação de acessórios, como emissores, painéis de parede e atenuadores de volume.

Algumas soluções avançadas

Som ambiente pelo iPhone
O RNET Touchpoint TCHS1 da Russound permite controlar os sistemas multiroom da marca via iPod Touch ou iPhone. O novo produto deve ser interligado via cabo aos controladores das linhas CAV e CAM da Russound e a um roteador Wi-Fi. Os equipamentos podem ser comandados a partir de qualquer ponto da residência onde há alcance da rede wireless, dispensando o uso de repetidores de infravermelhos ou de radiofreqüências.

Multiroom high-end
A família Adagio da Crestron inclui o controlador de áudio Adagio (AADS), que traz dez entradas para fontes de áudio e amplificador interno de 12 canais com 45W cada, capaz de sonorizar seis ambientes, mas com possibilidade de expansão para até 24 áreas. Com 1TB de capacidade, o servidor de mídia digital ADMS reproduz qualquer conteúdo de áudio (incluindo rádios on-line) e vídeo recebido via streaming ou download, distribuindo esses sinais com resolução Full-HD.

Solução completa
O kit Wonderful Digital World da Projekt tem no Hub PK 4.1 a central de todo o sistema. Com ele é possível interligar painéis de parede destinados a até oito ambientes, além de quatro keypads digitais PK DP com amplificador estéreo integrado de 20W (inclusos no pacote), para ligação direta de caixas acústicas. Juntos podem controlar todas as fontes conectadas e outros dispositivos, como sistema de iluminação e cortinas elétricas.

Keypad com amplificador digital
A Xantech oferece o painel de parede D5KP, da linha DIGI-5 DDS, com amplificador digital embutido de 30W para caixas acústicas, display e ajustes de áudio. Já os controladores MRC88 e MRC44 reúnem amplificador, interfaces para keypads e entradas de fontes A/V, distribuindo sinais para oito e quatro zonas respectivamente, permitindo expansão para o dobro de áreas. Players da Apple podem ser integrados ao sistema com o uso do iPod dock da marca, modelo XIS100.

Solução sem fio
Da Contro4 o destaque vai para o amplificador estéreo de 50W por canal, que tem como diferencial a tecnologia Wi-Fi para receber sinais de áudio digital por streaming vindos, por exemplo, do controlador multiroom HC300, dispensando a passagem de cabos pela casa. O dock para iPod/iPhone pode funcionar como uma central, permitindo o acesso às músicas a partir de qualquer ambiente, via cabo de rede e conexão vídeo componente.

As principais marcas disponíveis no Brasil
Marca Site Distribuição

Absolute Acoustics www.audiogene.com.br Audiogene
Control4 www.control4.com Disac
Crestron www.crestron.com.br Syncrotape
Projekt www.projekt.com.br Projekt
Nuvo www.nuvotechnologies.com/ Syncrotape
Russound www.audiogene.com.br Audiogene
Sherwood www.sherwoodamerica.com Chiave
Xantech www.xantech.com Chiave



Definição “ultra-alta”




Passou meio batida na CES a demonstração feita pela Samsung do sistema UD (Ultra Definition). Era um display LED-LCD 3D de 70 polegadas ( com freqüência de 240Hz e resolução de 3.840×2.160 pixels. Não chega ao milagre do 4K (que proporciona 4.096×2.160), muito menos chega perto do chamado “Ultra-HD” (7.680×4.320). Mas tem, segundo a empresa coreana, a vantagem de oferecer imagem Full-HD, isto é, com sinal de alta definição para os dois olhos. Para isso, foram desenvolvidos novos processadores de vídeo. Outra vantagem é que, embora ainda seja protótipo, tem boas chances de chegar ao mercado até o ano que vem – displays 4K devem demorar bem mais.

Games



Games Full-HD no home theater

11/01/2011, por Alex dos Santos
Desde a chegada dos consoles de videogames com processamento de 128 bits, há 12 anos, esses equipamentos passaram a ser considerados “brinquedos de gente grande”. Contribui para isso os gráficos com melhor definição que traduzem de uma forma mais realista, com maior riqueza de detalhes, os cenários e as sequências de imagens que se vê na tela. Além disso, a chegada dos discos ópticos para armazenar jogos representou uma evolução irreversível sobre os tradicionais cartuchos usados na década de 80 com o emblemático Atari 2600 de 4 bits.

Mas outras características também foram preponderantes, para que os consoles cada vez mais fizessem parte de um sistema de áudio e vídeo. Basta acompanhar a seção Ambiente, nas primeiras páginas da revista, para constatar que quase todos os projetos publicados nos últimos anos apresentam um console instalado. Os videogames mais sofisticados funcionam como centro de entretenimento multimídia uma vez que facilitam a convergência digital entre diversos dispositivos.

Reproduzem arquivos de fotos, áudio e vídeo – inclusive de alta definição – guardados em pen drive, HD e player portáteis, ou em seu próprio disco rígido interno. E mesmo oferecendo um limitado navegador, podem garantir o acesso a diversos sites, através de uma rede Wi-Fi.

A seguir, confira as principais características dos consoles de alta definição à venda no País e saiba como desfrutar de toda a qualidade de áudio e vídeo dos jogos em seu sistema.
Microsoft XBOX Elite
Vendido no Brasil desde dezembro de 2006, o Xbox 360 foi o primeiro videogame da geração HD a ser lançado no mundo, estabelecendo um novo padrão na indústria dos games. Hoje, o console da Microsoft chega na sua versão Elite no Brasil (preço sugerido de R$ 1.599). A ausência de um drive de discos de alta definição é compensada com um HD de 120Gb de memória – para armazenar dados como fases dos jogos, conteúdos de músicas, fotos e vídeos – e por um leitor de DVDs.
É numa mídia DVD de dupla camada que os jogos com imagens Full-HD (1080p) ou HD (1080i e 720p), codificadas no formato da Microsoft VC-1, são gravados.

O Xbox 360 Elite tem capacidade para até quatro jogadores, mas apenas um controle sem fio com alcance de 9m acompanha o produto.
Para melhor operar filmes em DVD, além de arquivos de áudio, vídeo e fotos guardados no HDD, um controle remoto universal está presente no pacote. A principal conectividade do Xbox 360 é a HDMI, que é fundamental para a exibição das imagens em alta definição na tela do TV ou por um projetor. Já na parte de áudio um cabo adaptador (também incluso) permite conduzir o som estéreo PCM ou Dolby Digital 5.1, por meio de terminais analógicos RCA e digital óptico respectivamente.
Ainda por meio de adaptador (opcional), a conexão vídeo componente pode ser usada, mas neste caso a resolução máxima é limitada a 1080i e não a 1080p, tal como é permitida pela HDMI.


O acesso a web no Xbox 360 Elite se dá por meio de porta LAN cabeada ou com o uso de um adaptador Wi-Fi (vendido separadamente), porém, até este momento o Xbox Live não está disponível para brasileiros. Muitos usuários já descobriram o famoso “jeitinho” ao se inscrever com um endereço americano, para navegar na área Xbox Live e fazer download de trailers, games e participando de jogos multiplayer (entre vários jogadores). Três portas USB estão disponíveis para a ligação de portáteis, como câmera digital e MP3 players.

Mais acessível (R$ 999), o Xbox 360 modelo Arcade à venda comumente no Brasil vem na tradicional cor branca e não oferece disco rígido interno, controle remoto e alguns cabos. O usuário tem a opção de adquirir todos esses acessórios separadamente.
Nintendo Wii
O Nintendo Wii é o único dos videogames de última geração a apresentar resolução máxima de 480p em formato widescreen (a mesma do DVD), por meio de cabo vídeo componente vendido separadamente. Embora ofereça gráficos pouco realistas, o compacto console é líder absoluto de vendas, desde 2006, devido a sua jogabilidade simples e intuitiva, que permite maior interação do usuário com os jogos. O segredo está no Wii Remote, um revolucionário controle remoto com apenas duas teclas.

Ao invés de usar um joystick com uma dezena de botões para comandar os jogos, a Nintendo colocou dentro de seu controle um sensor giroscópio. Tal dispositivo é utilizado para orientar navios e naves espaciais, sendo capaz de perceber o movimento da mão do jogador e de transmitir, sem fio (via bluetooth), esses dados para o console.
Assim, num jogo de tênis, o Wii Remote é a raquete, mas pode se tornar um volante num jogo de corrida ou um bastão num jogo de beisebol. O Wii Remote conta com um sistema de vibração e um pequeno alto-falante, que emite sons mais simples com o objetivo de chamar a atenção do usuário.

Na parte posterior do controle, uma entrada proprietária permite conectar alguns acessórios, como o Nunchuck já incluso na embalagem.
A associação dos dois controles é necessária em jogos que exigem o movimento das duas mãos, como lutas de boxe, ou nos games de “tiro”.
O console faz a leitura dos jogos gravados na memória e em discos ópticos de 12cm ou 8cm. Não há drive de DVDs. Os sons dos games são gravados em estéreo ou surround e, posteriormente, reconhecidos por um receiver ou HTB como Dolby Pro Logic II.


Todas as informações dos jogos são salvas em uma memória flash interna de 512Mb ou em cartão SD. Esse leitor de cartões SD permite a reprodução de fotos, músicas e vídeos contidos em portáteis, enquanto duas portas USB devem ser usadas exclusivamente para a conexão de acessórios, como um HD – permitindo expandir sua memória para backup de dados – e adaptador de acesso cabeado à internet. O Wii tem conectividade Wi-Fi integrada que, uma vez conectado a web, possibilita fazer atualizações pela área WiiConnect, além de exibir notícias e meteorologia direto de sites de conteúdos. Preço sugerido: R$ 749
PlayStation 3

O PlayStation 3 é mais do que um videogame. Essa frase, que certamente você já deve ter ouvido por aí, representa bem a satisfação dos proprietários do console da Sony. Desde quando foi lançado, no final de 2006, O PS3 chegou com a missão de revolucionar o mercado de games com gráficos impressionantes dos jogos gravados em 720p, 1080i e 1080p e fazendo uso de mídias ópticas de alta capacidade. Ao mesmo tempo, se transformou numa vitrine para promover o formato Blu-ray que, na época, desbancava o HD-DVD na disputa pela preferência de estúdios e fabricantes para ser o principal formato de alta definição.



Por muito tempo, a Sony subsidiou os custos de produção do seu console o que resultou em mais de 38 milhões de vendas em todo o planeta. Com isso, já foi considerado o tocador de Blu-ray mais acessível do mundo. Oferece decodificadores Dolby (TrueHD e Digital Plus) e DTS-HD (Master Audio e High Resolution), para as poderosas trilhas sonoras contidas nos discos Blu-ray. Com o objetivo de comandar melhor os discos, um controle remoto Bluetooth para PS3 pode ser adquirido separadamente.


Nenhum outro videogame reúne tantas funcionalidades de media center como o PS3. Reproduz arquivos de música, vídeo e foto gravados em seu disco rígido ou armazenados em computador ou celular. Como? Por meio do protocolo de comunicação DLNA. Basta que o PC ou o portátil ofereça esse software instalado e conectividade Wi-Fi, para o console encontrar arquivos compatíveis e visualiza-los na tela do TV.

A navegação na web é garantida por um browser que, apesar de cometer algumas falhas ao exibir certas páginas baseadas em flash, consegue abrir os principais sites da atualidade. A área PlayStation Network oferece diversos serviços aos usuários conectados em outros países. Alguns brasileiros já descobriram como usufruir de jogos on-line multiplayer com chats entre os jogadores, compra de jogos, download de trailers para demonstração e diversos outros recursos. Afora o Wi-Fi embutido, o PS3 traz saídas HDMI, digital de áudio óptica, além de duas portas USB e uma LAN. O modelo slim, lançado há um ano, está disponível em versões com HDD de 320Gb e 160Gb no mercado internacional.
De acordo com a Sony, já estão disponíveis todos os acessórios e 23 jogos em Blu-ray para PS3. A empresa garante que, em breve, os consumidores brasileiros poderão ter acesso aos conteúdos da rede PlayStation Network. Uma atualização recente habilitou o PlayStation 3 a rodar jogos em 3D com resolução de até 720p, baixados do serviço PlayStation Network. O mesmo vale para a reprodução de filmes 1080p gravados em Blu-ray 3D.
MAIS EMOÇÃO COM O KINECT

Trata-se de um periférico capaz de detectar o movimento dos jogadores, porém, com uma concepção mais avançada que o controle do Nintendo Wii. Uma câmera capaz de emitir luz infravermelha atua com mais dois sensores (mesmo no escuro) para detectar até 48 pontos espalhados pelo corpo, inclusive a face, seguindo os jogadores através de movimentos motorizados. O jogador pode interagir com seus personagens e navegar no menu usando as mãos ou a partir de comandos de voz. Um microfone embutido no dispositivo pode ser usado nos jogos e videochats com outros usuários durante os jogos, via rede Xbox Live ou Windows Live Messenger. O Kinect funciona com todas as versões do Xbox 360, porém, o novo modelo slim oferece conexão facilitada, sem a necessidade de acessórios adicionais.
NINTENDO 3DS
Na última feira E3, a sensação da empresa japonesa foi o game portátil Nintendo 3DS. O motivo: a capacidade de produzir imagens em terceira dimensão sem a necessidade de óculos especiais. O portátil tem duas telas, sendo a principal (superior) de 3,5” e resolução de 800x240 pixels onde serão exibidos os jogos, e outra logo abaixo com comandos touch-screen. Há ainda sensor de movimento e câmeras embutidas, que servem para tirar fotos em 3D com resolução VGA. Já existem dezenas de games em 3D sendo programados. Um acordo já firmado entre a Nintendo e os estúdios Disney, Warner e Dreamworks resultará no lançamento de filmes 3D para o console portátil. O preço e a chegada do Nintendo 3DS não foram definidos, mas estima-se que o portátil esteja programado para março de 2011.
PS3
A exemplo de seus concorrentes, a Sony também decidiu apostar em um controle com sensor que permite uma total liberdade de movimentos ao jogador. O PlayStationMove lembra uma lanterna e deve funcionar junto à câmera PlayStationEye, usada até então para gravar vídeos e em videochats com outros jogadores, via PlayStation Network. O novo controle possui internamente giroscópio, acelerômetro, circuito vibratório, além de uma esfera luminosa, que são reconhecidos pela câmera PS3 Eye. Ela registra os movimentos do controle e do corpo, para então exibir na tela do TV as várias perspectivas de profundidade, dando a possibilidade de ver todos os movimentos do jogador. Um controle secundário (Navigator) auxilia na jogabilidade.
Box:
CUIDADOS AO COMPRAR
» Dê preferência para videogames e acessórios vendidos por lojas credenciadas pelo fabricante, exija nota fiscal e evite adquiri-los a partir de importadores independentes.
» Somente por meio de um revendedor oficial, o fabricante no Brasil poderá conceder garantia de procedência e suporte técnico.
» Tanto o X-Box 360 quanto o PlayStation 3 vendidos oficialmente no Brasil já são desbloqueados para reproduzir filmes em DVD de região 4, dispensando serviços prestados por terceiros, além de eventuais danos ocorridos ao console.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Saiba mais sobre a TV de Led

tv led

A nova geração de televisores chega ao Brasil e deve ser o maior fenômeno durante a Copa, melhor é esperar até lá para comprar a sua!

Qual das tecnologias em televisores você pensa em adquirir: LCD ou Plasma? Enquanto muitos apostam na briga entre estas duas, surge uma nova geração de aparelhos que deixa ambas com cara de museu. Além de serem extremamente finas, leves, dotadas de uma qualidade de imagem de qualidade inigualável e mais ecológicas, TVs como estas possuem até acesso à internet e funções animadas. Se você está pensando em trocar de aparelho, melhor é esperar para conhecer as televisões de LED.

Além de sintonizar canais através de entradas de vídeo convencionais, imagine acessar vídeos diretamente do YouTube ou mesmo se divertir com programas em flash na tela do aparelho. Se preferir, sincronize todo o conteúdo multimídia do seu computador através de uma conexão WiFi para assisti-los diretamente pela TV. Pensa que o preço dos aparelho de LED é demasiadamente alto? Saiba que televisores como estes já estão sendo fabricados no território nacional e com preços bastante moderados.

LCD

O mecanismo básico de um televisor de LCD consiste em incidir uma determinada iluminação sobre uma tela de cristal líquido. Através de diferentes comportamentos do cristal, as imagens são produzidas através de uma única fonte luminosa. Por este motivo as TVs de LCD são incapazes de produzir uma grande variedade de cores ou mesmo o negro profundo. A tecnologia LCD perde em resolução, brilho e contraste para os televisores de plasma, mas leva a melhor no quesito tempo de resposta (tempo necessário para formar uma nova imagem).

Plasma

Já os televisores de plasma operam com milhares de micro células que reagem de maneira independente aos estímulos elétricos. Cada uma delas opera como sua própria fonte emissora de luz e dispensa iluminação central. Por este motivo as televisões de plasma são capazes de produzir grandes contrastes, brilho acentuado e cores mais ricas. Em contrapartida, os televisores de plasma sofrem com o tempo de resposta e com o burn-in.

LED

Painéis LCD com retro iluminação LED, ou LED TVs, o mesmo mecanismo básico de um LCD, mas com iluminação LED. Ao invés de uma única luz branca que incide sobre toda a superfície da tela, encontra-se um painel com milhares de pequenas luzes coloridas que acendem de forma independente. Em outras palavras, aplica-se uma tecnologia similar ao plasma a uma tela de LCD.

Um verdadeiro show de imagem, simplesmente a melhor qualidade já obtida até hoje em todos os quesitos. A tecnologia LED permite uma incrível gama de cores, além do negro profundo e do branco puro.
Quando o quesito é contraste, os televisores de LED são um verdadeiro estrondo, capazes de pelo menos 3.000.000:1 contra o máximo de 1.000.000:1 da Plasma e 30.000:1 da LCD. Seu brilho também é insuperável e consolida a qualidade de imagem em todos os quesitos.

TV de Plasma ou TV de LCD? Qual dura mais?

TV de Plasma ou TV de LCD? Qual dura mais? Como escolher?

TV de plasma

TV de plasma


Alguns detalhes sobre as TVs de Plasma ou LCD você precisa saber antes de escolher uma para levar para a sua casa.
E a melhor forma é se informar antes e não ficar somente com as informações do vendedor, pois se ele não estiver suficientemente informado pode fazê-lo optar por uma que não atenda plenamente às sua necessidades.

A vida útil de uma tv de plasma é estimada em 100 mil horas, ou seja, se ficar ligada 8 horas por dia vai durar 34 anos.
Uma tv de LCD tem vida útil de 60 mil horas, equivalente a 20 anos se ficar ligada 8 horas por dia.
Já que provavelmente em 10 anos novas tecnologias estarão no mercado (clique aqui para ver a TV a laser), esse tempo de vida útil não é um fator determinante para a escolha.

A tela da TV de LCD apresenta melhor desempenho em ambientes mais claros, enquanto que a de plasma é superior em ambientes mais escuros.
Isso é importante, pense em como é a iluminação do ambiente nos momentos em que a tv vai ser mais usada.
Se você tem o hábito de assistir tv com todas as luzes acesas, melhor a de LCD.
Mas se gosta de um clima de cinema, escurinho, melhor a de plasma.

Agora a parte chata, aquele monte de siglas.
Full HD ou HDTV(HD Ready)?
A Full HD tem mehor definição de imagem com suas 1.080 linhas progressivas, mas você só verá essa diferença se a transmissão for em Full HD.

E nos 2 casos, seja Full HD ou HDTV, você só vai ter imagem melhor se os seus equipamentos (conversores, DVD, cabos etc) forem compatíveis com os sistemas.

Para assistir sua TV na definição oferecida pelo sinal digital você vai precisar de um conversor.
No mercado existem as TVs que já vêm com eles embutidos, o que pode significar até 20% de acréscimo no preço.
Se você assina uma TV a cabo que oferece o serviço de conversor digital, o melhor é uma TV sem o equipamento.
Veja quanto custa um conversor vendido em separado, faça as contas e opte pelo que é mais conveniente para o seu bolso.

Ao comprar a sua TV, seja de plasma ou LCD, veja quantas entradas HDMI ela tem.
Isso é muito importante, pois essas são as entradas para o cabo que leva o sinal em altíssima definição para a TV.
Mesmo que você não tenha um aparelho de DVD de alta resolução, Blu-ray, videogames ou home theater, pode vir a tê-los no futuro e quanto mais entradas, mais aparelhos você vai poder conectar a ela.

Por último, o sinal de alta definição já está sendo disponibilizado pelas redes de televisão abertas.
Atualmente somente a Rede TV tem a programação 100% em alta definição, as outras emissoras transmitem apenas parte da sua grade de programas no sistema, mas a tendência é que no futuro todas adotem a tecnologia por completo.

Tire suas duvidas sobre antena/ conversor incluso





O termo “TV digital” é usado para representar um sistema de TV aberta – terrestre -, transmitido pelo ar, gratuitamente. Esse sistema, chamado tecnicamente de COFDM, é muito mais eficiente que o sistema convencional de transmissões analógicas. Possibilita uma ótima recepção, inclusive em alta definição, sem fantasmas e ruídos e sem a necessidade – na maioria das localidades – de grandes antenas externas, em telhados de casas ou no alto dos prédios. Por isso, a TV digital aberta vai substituir a TV analógica, em alguns anos.
Mas, obviamente, para captação desse sinal digital, via “ar” é necessário o uso de uma boa antena receptora. Então, são necessários três equipamentos: antena de recepção, conversor e TV.
O Conversor pode estar embutido na TV, mas a antena não. Porque os circuitos e as partes metálicas da TV interferem no desempenho da antena. Até mesmo quando a antena está muito próxima do televisor ou presa a ele. 


Antena – conversor – TV Ou: Antena e TV (com conversor embutido)
Antena conectada direto na TV: nesse caso, a antena deve ser ligada na entrada onde está, geralmente, escrito: (Ant IN Air). Essa conexão tem que existir, em toda TV com conversor embutido.


Além disso, a mesma TV tem uma outra entrada com o mesmo tipo de conector (F) , onde deve estar escrito CABLE IN (TV a cabo). Portanto, é perfeitamente possível receber na mesma TV, o sinal digital (TV aberta) e o sinal de TV a cabo (assinatura), bastando para isso selecionar a entrada de sinal pelo controle remoto da TV.
Então, não é possível usufruir dos benefícios da TV digital aberta e gratuita, sem utilizar uma antena receptora.
Na maioria das lojas, que vendem televisores LCD, mesmo com conversores embutidos, percebe-se que o cliente sempre faz a mesma pergunta: “comprando essa TV, já com conversor incluso, eu terei os canais digitais” ?
Geralmente, os vendedores se apressam em dizer: sim basta isso. Não é verdade. A maioria das pessoas se esquece da antena, que é absolutamente necessária; e precisa também ser de boa qualidade, bem dimensionada.
Em muitas cidades, onde já existem transmissões digitais, é possível ter uma boa recepção utilizando-se de pequenas antenas internas.
Entretanto, em locais mais distantes dos transmissores ou em locais onde o sinal chega com baixa potência – devido a obstáculos como árvores ou presença de muitos prédios próximos ou mesmo em cômodos da residência, debaixo de lajes, longe de janelas, abaixo do nível da rua – fica mais difícil, às vezes, receber o sinal sem que haja interrupções momentâneas. Essas interrupções provocam efeitos na tela como: ”congelamentos”, as chamadas “digitalizações”, os ruídos, em forma de blocos, ou em casos mais críticos a informação de sinal fraco ou falta de sinal.
Nesses casos é preciso colocar a antena mais próxima de uma janela, voltada para os transmissores das emissoras (Em BH, a Serra do Curral), ou mesmo ter uma antena na área externa, mas sem, necessariamente, estar no alto de um prédio ou casa. É importante buscar informação especializada ou pedir indicações antes de comprar uma antena.
As primeiras antenas, lançadas no mercado, para TV digital, mesmo de fabricantes famosos, em sua maioria, apresentaram constatadamente problemas de qualidade e dimensionamento. Tais problemas dificultam a recepção, mesmo em locais onde o sinal das emissoras está num padrão bem aceitável, com boa intensidade e qualidade. A nossa emissora vem fazendo testes para verificar a cobertura do sinal e pode, inclusive, instalar repetidoras em locais considerados de “sombra”- nível abaixo do padrão desejado -.
O consumidor deve se orientar, considerando em principio três fatores antes de escolher o tipo de antena:
1) Questionar os vendedores de televisores, com conversores embutido, ou vendedores de conversores externos, sobre a disponibilidade de antenas, pedindo inclusive indicação de uma marca de antena e local de compra.
2) Em segundo, buscar informações, indicações, sobre antenas utilizadas por vizinhos e que deram bom resultado.
3) Testar, primeiramente, uma boa antena interna combinando com o vendedor uma possível troca – se a mesma não funcionar na localidade desejada, pois a única formar precisa de atestar isso é experimentando.
Após dois anos do lançamento da TV digital, a qualidade das antenas produzidas e disponíveis atualmente já melhorou bastante.
=

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Entenda as faixas pretas laterais na TV digital


Diariamente trabalhamos com instalação de TVs e equipamentos de av em geral.
Apoz instalarmos o aparelho, caso o clente solicite temos o provilegio de sanar algumas duvidas
referente ao uso de seus equipamentos e curiosidades referente a novas tecnologias .
Mas sem sombra de duvidas, as laterais pretas (pillar box) é a questão dominante nas instruçoes que passamos para nossos clientes.

Diante dessa duvida cruel que assombra os amantes da imagem HD veja essa materia genial postado originalmente pelo blog do globo .com

Para você entender o motivo da inserção da faixa lateral, vamos tentar mostrar como o sinal é captado.

Antes de instalar o sistema de transmissão digital, você recebia seu sinal analógico da TV Globo em uma TV no formato 4×3. Se tivesse uma TV 16×9 você recebia uma imagem esticada, caso a configuração do aparelho estivesse em tela cheia.

A maioria das câmeras da empresa continua a trabalhar no formato 4×3, captado por câmeras SD (Standard Definition). Com o advento da transmissão digital, a empresa precisará investir em câmeras HD.

Por exemplo, a novela das 20h é toda captada em HD, ou seja, todas as câmeras foram adquiridas para que pudéssemos transmitir o sinal HD (High Definition).

No Jornal Nacional a câmera é modelo antigo (SD). Então, neste caso, são inseridas as faixas laterais, para preencher a tela de 16×9, mas o sinal recebido no conversor é digital.

Outras programações da TV Globo são realizadas com câmera HD (O Terra de Minas, A grande família, os filmes da Tela Quente, os jogos transmitidos por SP, as corridas de Fórmula 1 e etc). Você deve ter percebido que durante os comerciais, a faixa preta também é inserida. As agências de publicidade também terão que investir em câmeras HD.

Você não precisa ficar preocupado, pois em um cenário de tecnologia nova, grandes investimentos precisam ser feitos pelas empresas de TV. O próximo passo, será atualizar o parque de câmeras da TV Globo.

Para o ano de 2011, devemos aumentar a grade de programação em HD. Vamos utilizar mais câmeras HD, e assim sucessivamente até termos toda a programação em alta definição, 16×9, sem a utilização das faixas laterais.

Por Marcos Álvares

veja o texto original

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Plasma, LCD ou LED


Caracteristícas gerais


É comum ver, nas lojas de eletrônicos, os consumidores parados em frente às TVs de alta definição: pela alta qualidade, as imagens podem impressionar até os menos ligados no assunto. Os números do mercado comprovam o interesse e indicam que esse tipo de tecnologia tem cada vez mais espaço na casa dos brasileiros: segundo a Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), a Zona Franca de Manaus produziu 1,86 milhão de TVs de LCD e plasma de janeiro a julho deste ano, contra 1,18 milhão no mesmo período de 2008. No ano passado inteiro, foram 2,7 milhões de unidades.

Como no país os modelos de LCD são mais populares que os de plasma, o G1 elaborou um guia para ajudar na compra desses aparelhos que caíram no gosto dos consumidores. Confira abaixo o que você precisa saber antes de levar um modelo para casa.

Características

A TV de LCD (tela de cristal líquido) está dentro da categoria dos aparelhos de alta definição, da qual também fazem parte as TVs de plasma e, mais recentemente, os modelos LED. As imagens nos aparelhos modernos são bem mais detalhadas do que aquelas exibidas no modelo analógico (a tradicional TV de tubo).

Se um canal não estiver no formato digital, mas sim analógico , é possível que duas faixas pretas apareçam nas laterais da tela. (Foto: Arte/G1)

O formato da transmissão nesse tipo de aparelho é de 16:9, assim como no cinema, contra 4:3 dos televisores antigos. Isso aumenta o campo de visão do telespectador e exige imagens em alta definição. Se um canal não estiver no formato digital, mas sim analógico (menos qualidade), é possível que duas faixas pretas apareçam nas laterais da tela – ao tentar evitá-las, o dono da TV pode acabar distorcendo a imagem.

As TVs LCD também apresentam melhorias em relação ao som: alguns possuem alto-falantes para sons agudos e graves, além dos alto-falantes tradicionais. Os aparelhos também permitem o uso de sistema de áudio surround 5.1: assim, com a aquisição de um home theater, diferentes tipos de sons serão emitidos em diferentes pontos da sala, reproduzindo ao telespectador um ambiente parecido com aquele exibido na tela.

Para tirar todo proveito dessa tecnologia, as TVs em alta definição precisam de fontes que sigam esse padrão, como aparelhos de Blu-ray e sinal de TV digital (para evitar as faixas pretas laterais). Uma TV LCD está programada para funcionar em média 60 mil horas, ou 20 anos se usada oito horas por dia, segundo fabricantes.

Resolução

A imagem exibida na tela da TV é composta por pequenos pontos coloridos, os pixels, que ficam alinhados: quanto maior a quantidade de pixels, maior a definição da imagem. Enquanto imagens em alta resolução têm até 1.080 linhas, nas TVs de tubo, convencionais, cada quatro é formado por 480 linhas. A TV LCD com maior resolução do mercado atualmente é a chamada Full HD, que tem resolução de 1.920 x 1.080.

Mesmo sem conhecer as informações técnicas, o telespectador acostumado a uma TV de tubo (480 linhas) certamente saberá que a qualidade da imagem é superior quando assistir a um jogo de futebol, com transmissão em alta definição, em uma TV com 1.080 linhas.

Segundo Daniela Hashizume, gerente de produtos da área de TV da Samsung, um aparelho já é considerado de alta definição com resolução de 1.024 x 768. Modelos com qualidade de imagem abaixo do Full HD, mas também com alta definição são chamados de HD ready. Dentro dessa categoria se encaixam, por exemplo, os modelos apresentados no mercado como 720p (eles têm alta definição, mas não possuem a melhor qualidade disponível).

Os fabricantes usam as letras “p” e “i” quando falam em resolução, para demonstrar o tipo de atualização de imagens: progressiva ou entrelaçada. No primeiro caso (considerado de maior qualidade), as linhas são atualizadas de forma simultânea, enquanto no segundo a atualização é feita primeiro pelas linhas ímpares e depois pelas linhas pares. Isso tudo acontece em frações de segundos: o usuário não consegue ver a atualização, mas o resultado é melhor na alternativa progressiva. Sendo assim, a melhor resolução disponível no mercado é a de 1080p.

Preço

Ao contrário das TVs de plasma, disponíveis a partir de 40 polegadas, as TV LCD podem ser encontradas em tamanhos menores – teoricamente, quanto menor a tela, menor o preço.

No Brasil, há, por exemplo, um modelo simples, com 22 polegadas, 2 entradas HDMI e resolução de 1.366 x 768, por R$ 1,5 mil. Já por R$ 9,1 mil, é possível levar para casa um aparelho com características bem mais avançadas: 52 polegadas, full HD (1.920 x 1.080), conversor digital integrado e quatro entradas HDMI.

Se o consumidor não for dos mais exigentes, ele pode encontrar um bom produto – mas não com a máxima qualidade

E a TV de plasma?

No Brasil, as TVs de LCD são mais populares que as de plasma – tanto que nem todos os fabricantes disponibilizam a segunda alternativa. Cesar Trajano Rodrigues, gerente de compras de eletrônicos do Magazine Luiza, acredita que a preferência pelo LCD pode estar ligada a um paradigma inicial, de que o plasma possuía tempo de vida curto e tinha um consumo de energia elevado. “Essa ideia pode ter assustado um pouco o consumidor brasileiro, tornando o plasma até hoje um ‘vilão’ nas vendas de TVs”, disse ao G1.

Já Daniela Hashizume, da Samsung, afirma que a maior popularidade da LCD pode estar associada ao tamanho dos televisores. “Há muitos tamanhos disponíveis com a tecnologia LCD: elas vão de 22 polegadas a 55 polegadas. Já as TVs de plasma surgem a partir de 42 polegadas, que não cabem em todas as casas nem são acessíveis para todos os bolsos”, diz a gerente de produtos da área de TV.

No Brasil, o preço do modelo de plasma pode ser mais vantajoso, porém existem menos alternativas disponíveis no mercado. Ainda entre as vantagens desse modelo, os especialistas dizem que a TV de plasma tem melhor qualidade e maior ângulo de visualização (fica mais fácil assistir TV quando se está ao lado dela) que o LCD.

Por outro lado, o plasma tende a refletir mais luz: sendo assim, é menos aconselhada para ambientes claros. Uma desvantagem citada com frequência quando se trata desse modelo é o consumo de energia, que diminuiu com o desenvolvimento da tecnologia, mas ainda é superior ao das TVs de LCD.

Uma novidade na área de alta definição é a TV de LED (light emiting diode), vendida no Brasil pela Samsung (o modelo de 40 polegadas é encontrado por cerca de R$ 6 mil). Por conta dessa nova tecnologia, o fabricante promete maior qualidade nas imagens e redução no consumo de energia em até 40%.

TV LED gasta menos energia, mas ainda custa mais que as alternativas de plasma e LCD. (Foto: Divulgação )

Tamanho da tela

Nem sempre a maior tela de LCD será a melhor escolha: essa decisão depende do ambiente onde o televisor será colocado. Por isso, a Philips criou uma tabela que indica a quantos metros o televisor deve ficar do telespectador, dependendo do tamanho da tela. Confira.

- De 19 a 26 polegadas = de 1,5 a 2 metros.
- De 32 a 37 polegadas = de 2,4 a 2,8 metros.
- De 42 a 47 polegadas = de 3,2 a 3,6 metros.
- Acima de 52 polegadas = mais de 4 metros.

Aspectos técnicos

Para definir qual TV LCD levar para casa é importante conhecer alguns aspectos sobre essa tecnologia. Confira abaixo as informações antes de ir às compras.

- Entrada HDMI. Conexão de alta definição para áudio e vídeo, realizada através de um único cabo. Com essa entrada, é possível conectar aparelhos de Blu-ray, computadores ou videogames de última geração à TV de LCD. Se o usuário pretende conectar muitos aparelhos, deve optar por um televisor com mais entradas (quatro, por exemplo).

- Conversor digital integrado. Permite que o usuário assista aos canais de TV transmitidos em alta definição através do Sistema Brasileiro de TV Digital. Para isso, o televisor precisa ter sido comprado no país – caso contrário, a tecnologia pode não ser compatível.

- Freqüência. As TVs de LCD convencionais apresentam 60 Hz, o que representa exibição de 60 imagens por segundo. Há também alternativas de 120 Hz, que garantem mais qualidade nas cenas de velocidade. “Quanto maior a frequência, melhor a resolução da imagem em movimento”, diz Cesar Trajano Rodrigues, do Magazine Luiza.

- Potência de Áudio. Esse valor, que determina a intensidade do som, é considerada bom quando tem 20 W (watts). Há alternativas com mais potência, para os mais exigentes.

- Resolução. É o que determina a qualidade da imagem. Atualmente, o modelo com maior resolução do mercado é o Full HD (1.920 x 1.080). Os modelos com qualidade de imagem abaixo do Full HD, mas também com alta definição são chamados de HD Ready. Dentro dessa categoria se encaixam, por exemplo, as versões apresentadas no mercado como 720p (elas têm alta definição, mas não possuem a melhor qualidade disponível).

- Taxa de contraste. Quanto maior, mais será a variedade de cores: essa taxa mede a diferença de intensidade entre o branco e o preto. Nas especificações, esse valor – que segue a máxima do “quanto mais, melhor” — aparece como 80.000:1 e 100.000:1, por exemplo.

- Tempo de resposta. É o tempo de transição que leva para os pixels apagarem e acenderem, quando reproduzem o movimento da imagem. Esse período é medido em milisegundos (MS) e, por isso, o ideal é que o valor seja pequeno.

Fonte de Texto G1/Globo

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Tudo sobre AUDIO SURROUND








Certamente, você já viu os nomes e os logotipos de diversos processamentos surround estampados no gabinete de algum receiver ou Blu-ray player. E se o modelo for 7.1 canais, o número de simuladores e de padrões de áudio multicanal aumenta. Novas opções surgiram ainda com a chegada do formato Blu-ray. Descubra, a seguir, para que servem (e onde estão presentes) os principais processamentos e saiba como aproveitar melhor o som do seu sistema.



O QUE É?
Evolução do Dolby Pro-Logic (4.0), o processamento DPL II consegue extrair 5.1 canais a partir de fontes estéreo, como CDs de música, fitas VHS e canais de TV. Sua versão mais atual é o DPL IIx, que é capaz de simular 7.1 canais a partir de sinais estéreo e DVDs 5.1. Os dois formatos contam com as opções Music (para shows em DVD e CDs) e Movie (para filmes).

ONDE ENCONTRAR?
Assim como os modos Dolby Digital 5.1, Dolby Digital EX, DTS 5.1, DTS-ES e DTS Neo:6, estão presente em receivers, processadores, sistemas integrados e algumas placas de áudio para computadores.

APLICAÇÃO:
O modo Music é eficiente na reprodução multicanal, a ponto de superar até mesmo o DD 5.1, principalmente se a trilha 2.0 ou PCM (padrão para CDs de áudio) estiver melhor mixada. Permite boa reprodução de graves, principalmente em música pop, além de uma correta ambiência (característica que ajuda a recompor a sensação de realidade) e detalhamento sonoro. O áudio, às vezes, dá ênfase ao canal central. É também plenamente convincente na reprodução de filmes em DVD ou de TV aberta/paga (desde que o sinal transmitido seja estéreo). Caracteriza-se por disponibilizar uma equilibrada distribuição dos sons por todos os canais, principalmente em sistemas 7.1, provando que o upgrade para DPL IIx foi uma das melhores sacadas da Dolby.



O QUE É?
Trata-se do formato mais difundido e encontrado nos títulos em DVD. Pode ainda estar presente em discos Blu-ray e em alguns arquivos baixados da internet.

APLICAÇÃO:
Garante detalhamento e envolvimento na hora de ouvir música, desde que não se exagere no volume dos canais surround. A região média (vozes) é geralmente reproduzida com clareza e precisão. Mas pode ocorrer falta de peso e impacto, principalmente com instrumentos de percussão. Com boas gravações em DVD, o padrão mostra todo o seu potencial, proporcionando uma impressionante profusão de sons por todos os lados.



O QUE É?
Upgrade do DD 5.1, o DD EX pressupõe a gravação de uma trilha exclusiva para o terceiro canal surround. O objetivo é conseguir um melhor envolvimento sonoro em grandes ambientes, equipados com três ou quatro caixas traseiras (sistemas 6.1 e 7.1 canais). Infelizmente, poucos DVDs oferecem áudio 6.1. Na lista, estão 007 – Um Novo Dia Para Morrer, Monstros S.A. e as séries Star Wars e O Senhor dos Anéis.

APLICAÇÃO:
É um formato para filmes, e o maior envolvimento proporcionado pelo canal traseiro adicional procura nos colocar virtualmente no centro da aventura, dando a sensação de que os sons (tiros ou portas rangendo, por exemplo) estão realmente ocorrendo dentro da sala. Curiosidade: alguns filmes codificados em DD EX ainda trazem excelente mixagem no canal LFE (exclusivo para sons graves), fazendo com que o subwoofer atinja altos níveis de pressão sonora nos momentos certos.



O QUE É?
Até o surgimento do Blu-ray, o DTS 5.1 era considerado o melhor modo surround. O maior bit-rate (taxa de transferência) e a mixagem, efetuada com 4dB acima do padrão Dolby, garante a ele maior impacto e pressão sonora.

APLICAÇÃO:
Ótimo para reprodução musical, apresenta vozes cristalinas, instrumentos encorpados e excelente distribuição por todos os canais. Demonstra também sua força em filmes, principalmente nas seqüências recheadas de explosões e perseguições, momentos em que os canais surround desfilam competência. Ainda é o mais completo para o grande público, batendo com folga o já bom Dolby Digital.


O QUE É?
Se o DTS já é superior na versão 5.1, o acréscimo de um terceiro canal traseiro levou ainda mais diversão ao home theater. Afinal, com informações próprias para serem reproduzidas por uma (ou duas) caixa(s) acústica(s) extra(s), seu sistema pode ser transformado num legítimo 6.1 (ou 7.1) canais. A exemplo do Dolby Digital EX, são igualmente raros os títulos com mixagem em DTS-ES, mas vale a pena ir atrás deles.

APLICAÇÃO:
Upgrade do tradicional DTS 5.1, é natural que o DTS-ES evidencie as vantagens do canal traseiro adicional, aumentando a sensação de envolvimento.


O QUE É?
Grande rival do Dolby Pro-Logic II/IIx, é capaz de extrair até 6.1 canais a partir de fontes estéreo e DVDs 5.1. Também apresenta modos especiais para música e filmes.

APLICAÇÃO:
Mesmo no modo Music, gera alterações nos timbres das vozes (sons analasados), o que torna esse processamento pouco indicado para música. Também é possível notar uma certa valorização das altas freqüências nos canais frontais, reproduzindo um áudio ligeiramente estridente em relação ao do DPL II/IIx. Por outro lado, oferece amplo palco sonoro (sensação de estar de frente para o palco de uma sala de espetáculos, com sons vindos de todos os lados), com maior largura e altura. Em certas cenas de DVDs, o espectador tem até a impressão de que a gravação traz 6.1 canais independentes. Mas cuidado com o volume do subwoofer, que pode se mostrar exagerado em alguns momentos, exigindo intervenção. No geral, é inferior ao Dolby Pro-Logic II/IIx.


O QUE É?
Aqui, ao contrário do que ocorre nos modos DPL II/IIx e DTS Neo:6, não há simulação digital dos demais canais, mas sim a divisão igualitária do som estéreo por todas as caixas acústicas. Dessa forma, o som que sai pelas demais caixas é exatamente o mesmo dos canais frontais. O nome desse processo varia de acordo com o fabricante: a Onkyo utiliza “All Ch Stereo” e a Denon “5CH/7CH Stereo”, por exemplo.

ONDE ENCONTRAR?
Receivers, processadores e alguns sistemas integrados.

APLICAÇÃO:
O desempenho geral será ditado basicamente pelo sistema de caixas acústicas. Por isso, todo o conjunto deve acompanhar o mesmo padrão. Na reprodução musical, é capaz de preencher a sala de forma natural, sem os artifícios comuns aos demais processamentos digitais. Preserva, quase que integralmente, as principais características contidas no sinal original em estéreo. É uma das melhores opções para se ouvir música multicanal. Esse modo surround também pode proporcionar boas melhoras no som dos canais de TV, até mesmo nos casos em que a programação é transmitida em mono.



O QUE É?
É uma etapa de pós-processamento, que pode ser aplicada sobre qualquer outro modo surround existente. Trata-se de uma re-equalização sonora planejada pela LucasFilm, que atua sobre os convencionais DD e DTS. Num receiver com certificação THX, você pode escolher entre curtir as trilhas DD e DTS tradicionais contidas no disco DVD, ou ainda ouvi-las adicionando o processamento THX, que oferece os modos Cinema ou EX (este último destinado à reprodução em 6.1 canais).

ONDE ENCONTRAR?
Receivers, processadores e sofisticadas placas de áudio para computadores.

APLICAÇÃO:
É um formato 100% dedicado à reprodução de filmes, que não se sai bem com música – o som fica apagado e abafado, resultado da re-equalização que atua nas altas freqüências. Mas, ao acrescer o processamento THX em filmes, o peso sonoro torna-se impressionante. Parece até que o subwoofer e as demais caixas “dobram” de tamanho e volume, passando a real sensação de ouvir os mesmos timbres sonoros apreciados em boas salas de cinema.



O QUE É?
Grande evolução do Dolby Digital (5.1 canais), o DD+ pode conter até 14 canais de áudio e foi criado para o formato Blu-ray. Pode ainda ser utilizado em transmissões da TV digital. Um dos segredos de sua elevada qualidade está no aperfeiçoamento algoritmo de compressão, que aliado à alta taxa de transferência do sinal (bit-rate) permite atingir taxas incríveis de 6.144Mbs (são apenas 640Kbs no Dolby Digital convencional).

APLICAÇÃO:
O uso do DD+ está limitado aos discos Blu-ray. O novo formato requer o uso de decodificadores específicos, que só agora começam a aparecer em alguns receivers à venda lá fora. Para curtir o formato DD+ nos dias de hoje, só mesmo via HDMI ou fazendo uso das saídas 5.1 discretas do player – o aparelho internamente decodifica os sinais, que são enviados em formato PCM, sem compressão, para as saídas citadas. Em nossos recentes testes com players Blu-ray, pudemos conferir o excelente potencial do DD+ na reprodução de filmes e músicas. A qualidade de áudio revela ótimo envolvimento e competente reprodução de microdetalhes, superando o conhecido Dolby Digital.



O QUE É?
Também destinado aos discos Blu-ray, é o processamento multicanal mais avançado da Dolby. Emprega uma versão do conhecido processo MLP (Meridian Lossless Packing), utilizado no DVD-Audio. Caracteriza-se por ser um formato sem compressão e perdas (lossless), que trabalha com bit-rates elevadíssimos – pode chegar a 18Mbs em até 8 canais de áudio com resolução de 24 bits e amostragem de 192kHz. Para apreciá-lo em sua forma mais pura, sem conversões ou downsamplers digitais, é necessário dispor da interface HDMI 1.3, algo ainda raro nos equipamentos de áudio e vídeo.

APLICAÇÃO:
A exemplo do DD+, está limitado aos discos Blu-ray. Seu grande fluxo de dados, por enquanto, inviabiliza o armazenamento e a transmissão por qualquer outro tipo de mídia e aparelho. Como ainda não estão disponíveis no País receivers ou processadores externos dotados de decodificadores DD TrueHD, todo o processamento ocorre dentro do player. Assim, após decodificar o sinal, este é convertido para o formato PCM e posteriormente enviado às saídas analógicas ou digitais, sendo possível constatar considerável ganho em relação aos modos surround convencionais. Oferece ainda excepcional qualidade de áudio na reprodução musical em alta fidelidade. O som resultante é consideravelmente mais limpo e detalhado, sob medida até para o público high-end.


O QUE É?
Concorrente direto do DD TrueHD, suporta até 8 canais de áudio (7.1) e apresenta qualidade e desempenho equivalentes. Trabalha com resolução de 24 bits (96kHz) e bit-rate de até 24Mbs, sem perdas e compressão (lossless). Também necessita da interface HDMI 1.3 para ser carregado em formato 100% digital.

APLICAÇÃO:
Filmes e musicais oferecidos em mídias Blu-ray. Aqui, a tradicional vantagem da DTS sobre os processamentos Dolby já não fica evidente: ambos apresentam desempenho similar, principalmente em filmes. Na reprodução musical, confirma-se o impecável desempenho de seu irmão mais velho (DTS 5.1), com áudio cristalino e extremos muito bem definidos e controlados. A exemplo do DD TrueHD, tem tudo para fazer a cabeça do público audiófilo num futuro próximo.


*Texto publicado originalmente na revista HOME THEATER & CASA DIGITAL